Este conceito surge como uma ramificação da Indústria 4.0 ou também chamada “A Quarta Revolução Industrial”. A incorporação deste cenário tem sido aos poucos e de acordo com as tecnologias de cada país. Constata-se esta aplicação tecnológica por meio de gestão de projetos com software e projetos em 3D, automação em canteiros de obras, rastreabilidade de materiais, entre outros.
Infelizmente o Brasil ainda não absorveu tal inovação disruptiva, segundo a Confederação Nacional da Indústria – CNI.
O processo de construção enxuta busca mostrar se a Organização está preparada para estágios mais destemidos. Ao invés de inserir novas tecnologias como impressão 3D, IA, IOT e assim por diante, se faz necessário descartar processos ruins e obsoletos que não agregam valor à construtora.
A Construção 4.0 fundamenta o princípio das Instituições estarem “um passo à frente”, ou seja, é imprescindível inovar e se adaptar para continuar no mercado.
Trata-se de uma atividade focada em enxugar desperdícios e buscar excelência operacional. Com o emprego desta metodologia, será possível maior ganho de produtividade, redução de custos e economia de recursos naturais.
Márcio Estefano, Prof. PhD
Lidiane Bazaglia




