Conhecida como madeira plástica, sintética ou ecológica, esta técnica é diferenciada pela capacidade de utilizar os resíduos industriais (borracha, PU, EVA, silicone, tecidos), desde plásticos mistos agregados às cargas vegetais, minerais (calcitas, gesso, carbonato de cálcio) e animais (resíduos de couro e pelos), cuja fase industrial é absolutamente isenta de qualquer subproduto ou poluição.
Confira abaixo as vantagens:
Por ser um produto com predominância em plásticos, não absorve umidade (máximo 2%);
Não permite a formação de colônias de fungos e bactérias;
Aceita pregos e parafusos que se fixam com muita segurança, além da fixação pelo processo de colagem;
Totalmente resistente à cupins e outras pragas que atacam a madeira vegetal;
Pode ser resistente ao fogo mediante ação de agente químico;
Baixa condutibilidade térmica, acústica e elétrica;
Plenamente reciclado e reciclável;
Não requer manutenção;
Sem rachaduras e farpas;
Antiderrapante;
Não empena;
Resistente à produtos químicos e corrosão.
Tal ciência exige baixo consumo energético, sendo um higienizador devido a sua aplicação térmica próxima de 200°C que elimina várias bactérias e inertiza partículas eventualmente tóxicas por encapsulamento com o componente plástico.
O processo é uma usina de limpeza ambiental: não gera subprodutos, não polui, protege a floresta e remove resíduos do meio ambiente, ou seja, contribui por uma arquitetura sustentável e um mundo melhor. Que tal?
Márcio Estefano, Prof. PhD
Lidiane Bazaglia




